quinta-feira, novembro 22, 2007

História da Infância em Pernambuco

Acabei de participar de um evento bem importante: o lançamento de um livro. Embora este não seja um tema que interesse à grande imprensa, sendo apresentado nas páginas internas dos ditos cadernos culturais, a produção, a publicação de um livro é uma explosão de uma supernova. Tal explosão é magnificada quando é uma explosão de jovens historiadores que, pondo-se na vanguarda, como convém a jovens, publicam uma HISTÓRIA DA INFÂNCIA EM PERNAMBUCO. Um livro de história social, resultado de pesquisa em arquivos, visando entender o que tem significado ser criança em Pernambuco, desde o Império Português até esses dias que estamos vivendo. Não é uma história caduca, com cheiro de naftalina holandesa, mas uma história corajosa que busca compreender como realmente vive, não os renascentistas tardios, mas os pequenos que constroem a sociedade ou sofrem a construção da sociedade, enquanto falsetes viviam e vivem de seus sofrimentos.

Ainda não li o livro organizado por Humberto Miranda e Maria Emília Vasconcelos, com artigos de Alcileide Cabral, Bruno Dornelas,Carolina Cahu, Elaine Cunha, Felix Aureliano, José Luiz Simões,, José Nildo Alves Caú, Márcio Vilela, Natália Barros, Pablo Porfírio, robson Costa, Silvia Couceiro, Sylvia Arend, Vera Braga, mas como conheço a seriedade da pesquisa de cada um deles, compreendo que este livro, o primeiro sobre o assunto na historiografia pernambucana, será uma referência para os futuros historiadores.

HISTÓRIA DA INFÂNCIA EM PERNAMBUCO foi publicado pela Editora Universitária da UFPE.e pela Editora da Universitária da UFRPE, e o lançamento ocorreu em sessão solene da Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco

2 comentários:

Narália Barros disse...

Professor, ficamos todos gratos pelo espaço dedicado ao nosso livro. Enquanto autora de um dos artigo, quero aqui expressar a alegria de poder socializar os frutos de nossas pesquisas e completar o ciclo do ofício de historiador: pôr as narrativas em movimento, colocar o passado em discussão em diferentes espaços sociais. Desejamos todos que História da Infância,variado em recortes e em posturas teóricas, seja discutido na graduação e pós-graduação e desperte o interesse de outros jovens historiadores e historiadoras.

Natália Barros disse...

Professor, ficamos todos gratos pelo espaço dedicado ao nosso livro. Enquanto autora de um dos artigo, quero aqui expressar a alegria de poder socializar os frutos de nossas pesquisas e completar o ciclo do ofício de historiador: pôr as narrativas em movimento, colocar o passado em discussão em diferentes espaços sociais. Desejamos todos que História da Infância,variado em recortes e em posturas teóricas, seja discutido na graduação e pós-graduação e desperte o interesse de outros jovens historiadores e historiadoras.